Joaquim Rios faz palestra sobre animação de cinema no Museu
Fundação Cultural de Jacarehy

Joaquim Rios faz palestra sobre animação de cinema no Museu

Publicado em

06 de junho de 2016

Por

Prefeitura Jacareí

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2 min

O diretor e produtor fotográfico Joaquim Rios estará no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba nesta quinta-feira (9), às 19h, para a palestra “Uma Vida Muito Animada”. Entrada gratuita. A palestra faz parte da programação dos Pontos MIS (Museu de Imagem e Som), com apoio da Fundação Cultural de Jacarehy José Maria de Abreu. […]

O diretor e produtor fotográfico Joaquim Rios estará no Museu de Antropologia do Vale do Paraíba nesta quinta-feira (9), às 19h, para a palestra “Uma Vida Muito Animada”. Entrada gratuita.

A palestra faz parte da programação dos Pontos MIS (Museu de Imagem e Som), com apoio da Fundação Cultural de Jacarehy José Maria de Abreu.

Segundo Rios, a palestra faz um “apanhado” da história da animação cinematográfica nacional, mostrando a evolução técnica nas quatro décadas que precederam o “boom” da computação gráfica.

A palestra tem 2h30 de duração e é ilustrada com slides e filmes feitos para cinema e televisão.

Joaquim Rios – Animador, diretor de animação e produtor cinematográfico, Joaquim Rios nasceu em São Paulo, em 14 de fevereiro de 1934, e iniciou sua carreira em 1961, na Leo Pastro Produções, onde animou diversos filmes, entre os quais se destacam: Abertura do Programa “Papai sabe tudo” e os comerciais ”Varig Carta de Amor” e “ESSO Bossa Nova”.

Em 1963 passou a atuar como free-lancer fazendo desenhos animados publicitários para as principais produtoras cinematográficas brasileiras da época. Na década de 70, com a Blimp Filmes, criou, dirigiu e animou comerciais, vinhetas, aberturas e chamadas, que compunham o visual gráfico da Rede Globo, entre as quais, aberturas de programas como “Jornal Nacional” (3 versões diferentes entre 1972 e 1977), “Globo Cor Especial” (1972), ”A Grande Família” (1972), “Domingo Maior” (1973), “Os Trapalhões” (1976), “8 ou 800” (1977), abertura da novela “A Corrida do Ouro” (1972), diversas vinhetas de intervalo e de passagem (entre 1969 e 1978) e filmes para campanhas educativas.

Em 1974 fundou a própria produtora e, até 1986, continuou a produzir as vinhetas da Rede Globo, que já obedeciam ao novo padrão, criado por Hans Donner como por exemplo: “Sessão da Tarde” (1979), “Primeira Exibição” (1979), “TV Mulher” (1980), “Vale a Pena Ver de Novo” (1981).

(Rosana Antunes / PMJ)

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