Caminhada da Luta Antimanicomial reúne 200 pessoas em Jacareí
Secretaria de Saúde

Caminhada da Luta Antimanicomial reúne 200 pessoas em Jacareí

Publicado em

30 de maio de 2019

Por

Prefeitura Jacareí

Tempo de leitura

2 min

Nesta quinta-feira (30), em comemoração ao Dia da Luta Antimanicomial, o centro de Jacareí ficou mobilizado pela luta por um tratamento psiquiátrico livre e humanizado. Aconteceu a caminhada da Luta Antimanicomial, que reuniu mais de 200 pessoas durante o trajeto, que teve início no Parque da Cidade. Maio foi instituído como o mês oficial da Luta […]

Nesta quinta-feira (30), em comemoração ao Dia da Luta Antimanicomial, o centro de Jacareí ficou mobilizado pela luta por um tratamento psiquiátrico livre e humanizado. Aconteceu a caminhada da Luta Antimanicomial, que reuniu mais de 200 pessoas durante o trajeto, que teve início no Parque da Cidade.

Maio foi instituído como o mês oficial da Luta Antimanicomial, que defende o direito das pessoas com sofrimento mental e reforça o direito das mesmas viverem em sociedade.

Com cartazes, camisetas e muita animação, o público presente se sensibilizava pela causa e entoavam cantos em prol da causa. Entre as faixas que eram carregadas pelos participantes, frases como ‘Manicômios nunca mais’, ‘Transtorno mental é problema de todos’ e ‘Transtornos mentais se curam no CAPS’ se evidenciavam em meio a multidão.

Participaram da caminhada pacientes dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), familiares, profissionais de saúde, estudantes de psicologia e outros interessados, além do prefeito Izaias Santana, vice-prefeito Edgard Sasaki e da secretária de Saúde Rosana Gravena.

A caminhada contou com o apoio das secretarias de Esporte e Recreação e também Meio Ambiente, sem contar com a participação de servidores de diversas áreas pela causa.

CAPS – A política do CAPS é fruto de um longo processo de luta social que culminou com a reforma psiquiátrica, em 2001. O perfil de cuidado dos CAPS segue a linha dos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS), que tem como principal base a universalidade, equidade e integralidade. Esse modelo vem substituindo progressivamente os hospitais manicomiais, que são norteados por princípios excludentes, opressivos e reducionistas, ou seja, no lugar do isolamento dos hospitais manicomiais, o convívio com a família e a comunidade.

Gostou desta notícia?

Compartilhe com seus amigos e familiares nas redes sociais.

Comentários (0)

Seja o primeiro a comentar!

Deixe seu comentário

Opcional — não será publicado

Os comentários são moderados antes da publicação. Respeite as regras de convivência.