Abertura da exposição “Matéria, Memória e Imagem” acontece nesta sexta (5) no Centro de Memória
Fundação Cultural de Jacarehy

Abertura da exposição “Matéria, Memória e Imagem” acontece nesta sexta (5) no Centro de Memória

Publicado em

04 de abril de 2024

Por

Prefeitura Jacareí

Tempo de leitura

3 min

Nesta sexta (5), no Centro de Memória, às 15h30, acontece a abertura do projeto da artista Daniela Marton chamado “Matéria, Memória e Imagem”, que visa apresentar pinturas e estêncil. A entrada é livre e gratuita para o público. O trabalho remete a uma série de trabalhos artísticos da artista desenvolvidos na época da pandemia, onde … Leia mais

Nesta sexta (5), no Centro de Memória, às 15h30, acontece a abertura do projeto da artista  Daniela Marton chamado “Matéria, Memória e Imagem”, que visa apresentar pinturas e estêncil. A entrada é livre e gratuita para o público. 

O trabalho remete a uma série de trabalhos artísticos da artista desenvolvidos na época da pandemia, onde as relações pessoais passaram a ser feitas a distância, a qual reforçou ainda mais a busca por elementos arquitetônicos que tivessem algum apelo de memória afetiva. 

O campo pictórico dessa forma acaba ganhando mais corpo, se tornando mais matérico e por sua vez, as imagens começam a sofrer interferências com a materialidade da pintura, que acaba alterando-as, ressignificando assim a recordação afetiva contida nelas. A pintura se apresenta como um resultado da atualização dessas lembranças, passando assim a matéria fazer parte da memória, de modo que surja o passado e o presente,

colocados em comunhão. 

O acréscimo dos elementos arquitetônicos promove um novo processo artístico,composto por diferentes elementos artísticos: o estêncil (gravura), as fotografias arquitetônicas, o Autocad (software da arquitetura) e a pintura.

Obras para a exposição – Remete a uma série da artista desenvolvida na época da pandemia onde as relações pessoais passaram a ser feitas a distância, a qual

reforçou ainda mais a busca por elementos arquitetônicos que tivessem algum apelo de memória afetiva. 

O campo pictórico dessa forma acaba ganhando mais corpo, se tornando mais matérico e por sua vez, as imagens começam a sofrer interferências com a materialidade da

pintura, que acaba alterando-as, ressignificando assim a recordação afetiva contida nelas.

A pintura se apresenta como um resultado da atualização dessas lembranças, passando assim a matéria a fazer parte da memória, de modo que surja o passado e o presente, colocados em comunhão. O acréscimo dos elementos arquitetônicos promove um novo processo artístico, composto por diferentes elementos artísticos: o estêncil (gravura), as fotografias arquitetônicas, o Autocad (software da arquitetura) e a pintura.

Outro ponto relevante desse projeto, ocorre devido ao período atual de isolamento social, reforça ainda mais a busca pela artista por imagens que tivessem algum apelo de memória afetiva. Surgindo assim, a artista que pinta a

paisagem da memória na qual necessita evocar imagens referente de lugares onde estão atrelados às suas memórias individuais, deste modo o lugar se torna uma “paisagem da memória” onde a arte opera. Enriquecendo assim a arte contemporânea ao introduzir na produção artística às suas memórias pessoais trazendo para o momento presente.

Legenda: Divulgação/ Exposição 

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